Hugo Rosa

O comediante Hugo Rosa ficou conhecido como “o gajo dos cartazes” depois da sua brilhante participação no programa “Got Talent Portugal” (RTP).
Iniciou-se no Improv em 2010 e conta já com mais de 600 atuações em bares, teatros, eventos de empresas, festivais e fábricas metalúrgicas do país inteiro.
Depois do “Got Talent Portugal”, tornou-se cara regular da programação do Canal Q, fazendo diversos programas tais como: “Graças a Deus”, “TMN Caça ao Cómico” e “Arena da Mentira”, tendo ainda participado por diversas vezes no programa “Bolhão Rouge” (Porto Canal) e “Vox – Em Busca da Comédia” da TVI+, entre outros. Na realidade, não há “entre outros”, mas fica sempre bem usar esta expressão.
2020 é o Ano em que Hugo Rosa leva a cena o seu segundo espetáculo a solo de Stand Up Comedy “Pai em Pânico”, onde disseca todos os chavões da parentalidade respondendo a questões de vital importância como “qual a melhor marca de fraldas?”, “o que são mamas ingurgitadas?” e “qual o horário de partida do último intercidades de sexta-feira com destino a Braga?
Uma das grandes curiosidades sobre este espetáculo que teve grande destaque na imprensa nacional foi pelo facto de Hugo Rosa ter feito uma parceria com empresas de Babysitters para que desta forma todos os pais possam disfrutar de 1 hora de paz e sossego e boas gargalhadas à moda antiga, sem os seus preciosos rebentos.
Descrito pelos seus pares como uma pessoa honesta e dedicada, Hugo Rosa orgulha-se em ter partilhado uma kebab com o Ayrton Senna, o ano passado.

ATUALMENTE:

“Pai em Pânico” – Neste seu segundo espetáculo de stand up comedy a solo, Hugo Rosa é um Pai em Pânico e expõe a sua experiência na parentalidade, sempre na ótica de um pai que acha razoável medir a febre da filha a cada 22 segundos. Durante uma hora, o Hugo disseca e responde a questões como “qual a melhor marca de fraldas?”, “o que são mamas ingurgitadas?” e “qual o horário de partida do último intercidades de sexta-feira com destino a Braga?”. Este é um espetáculo com momentos interativos (alguns deles improvisados) ideal para jovens casais que querem saborear um pouco da prisão emocionalmente recompensadora que é a parentalidade, ou para casais que já estão no Guantánamo da mesma há uns tempos. Também tem o efeito colateral de reforçar a posição daquelas pessoas que não querem ter filhos.